O que me levou à escolha de este fruto foi o facto de muito pouco saber sobre o mesmo, apesar da curiosidade sobre o mesmo existir. Foram raras as vezes que saboreei uma romã, e confesso que ainda não tenho a certeza da maneira certa de se abrir e comer uma romã. Tenho andado a fazer uma pesquisa aprofundada sobre o assunto, passo a passo, para que possa concretizar a ideia que tenho em mente.
Com o objetivo de dar a conhecer o fruto ao público interveniente da instalação, a ideia que tenho em mente passa por algo do género:
E a liberdade?
Supondo que o espaço que envolve a instalação possui um quadro em que será possível, através de pins, colocar panos/papéis brancos, em que o público poderá expressar a sua arte utilizando a romã, as partes da romã, a instalação estará completa com as séries de revoltas artísticas dos intervenientes penduradas ao lado do gaveteiro da romã. Cada um será livre de mostrar o que sente ao conhecer a romã. (Tudo isto estará devidamente explicado no folheto da instalação).





A materialização merece ser repensada. Considerando a interacção com o público fundamental para a instalação, não tenho a certeza que cheguem as tuas propostas. Talvez fosse pertinente trabalhar a escala e a ideia de gaveta, Pensa num espaço que pudesse ser uma gaveta cuja entra se faça a partir da porta (e.g. um quarto enquanto gaveta). A interacção terá de ser repensada para que seja intuitiva, isto é, imediata, sem filtros.
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